Mostrando postagens com marcador pai. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pai. Mostrar todas as postagens

São os olhos do meu Pai

 Recebi uma apresentação de slides falando sobre o olhar de Cristo e percebi o quanto tenho fixado meus olhos nos dEle.

Ali, naqueles olhos dá para encontrar tanto.

Tanto amor que me constrange, tanta ternura que me dá paz, esperança que me consola e fortalece em meio as dores e tamanha graça que faz sorrir, até mesmo sem perceber. Naquele olhar de Alguém que me ama dá para se perder e esquecer que o resto do mundo existe.

E aquele olhar penetra no seus olhos (ainda que fechados) e atinge seu coração. E Ele vê seu coração, conhece suas emoções, dúvidas, medos, vontades como, talvez, nem mesmo você conheça. E Ele age por você. Ele é por você.

Depois de algum tempo, você O olha para agradecer. Ele está olhando para você e aquele olhar diz: "Você é meu filho, eu te amo!", ai você sorri sem notar o que está fazendo.

Também dá para ficar envergonhado quando você encontra tanto amor em Seus olhos e vê quem você é. Por impulso fecha os olhos e abaixa a cabeça, mas Ele vem com Sua mão, ergue sua cabeça e encontra seus olhos tímidos. E ao olhá-Lo novamente percebe que é besteira, afinal, Ele não te ama pelo que você é ou deixou de ser, pelo que você faz ou deixou de fazer. Ele te ama tanto quanto um Deus infinito pode fazer. "Não há nada que você faça que possa fazer Deus te amar menos e não há nada que você possa fazer para Deus te amar mais." Ele te ama porque Ele é assim!






Que profundo olhar me alcançou
Quando eu não tinha forma ou cor
Olhos de amor, de graça e perdão
São os olhos do meu Pai

Teu olhar, Senhor, me alcançou.
Por detrás das malhadas me viu
Me arrastou para ti, com amor me atraiu  
Para viver pra tua Glória

No mais lindo amanhecer
Ou na noite escura a chorar
Em qualquer lugar, onde quer que eu vá 
Teu olhar para sempre eu terei

Os teus olhos vão me guiar
Aos perdidos que cegos estão
Quando virem tua luz, como filhos dirão:
“São os olhos do meu Pai”




Por Lorrane Firmino

Posicione-se

A situação é a seguinte:
Um homem sequestrou e abusou de duas menininhas e em seguida as mutilou e assassinou cruel e friamente. Foi preso e condenado. Certo dia, passou mal na prisão. Dois policiais o levaram em um ônibus ao hospital. No meio do caminho, o criminoso conseguiu se desvencilhar das correntes, "apagar" um policial de cada vez e fugir.
Meses depois, o pedófilo sequestrou uma menina de cinco anos e fez o que tinha feito no caso anterior. Só que dessa vez as autoridades não foram capazes de pegá-lo.
O pai da criança de cinco anos, à beira da loucura, decidiu que o assassino deveria morrer. Então ele estudou o passado do homem e foi atrás dele. O pai enlutado - e armado - o encontrou em frente a um jardim de infância (o criminoso planejava abusar e matar mais duas meninas), sentado em um banco e de costas para ele. Sem pestanejar, deu dois tiros no pedófilo.
O pai salvou a vida de duas menininhas inocentes.
A mídia apontou seus holofotes para ele.

Herói. Assim a sociedade o via, como um herói.

No dia do julgamento, o promotor pediu prisão perpétua para o justiceiro.
A advogada alegou legítima defesa.
O júri absolveu o réu. O pai ficou livre da cadeia.

Entretanto, assim como os assassinatos com as criancinhas, foi um crime pré-meditado.
O pedófilo merecia morrer?
Uma vida vale mais do que a outra?
Existe uma classificação para arrependimentos?

Mas foi legítima defesa. O pai salvou a vida de inúmeras outras crianças que poderiam ser vítimas do pervertido.

Se você fosse o pai, você o mataria?

Depois do julgamento, uma onda de atentados a possíveis pedófilos se espalhou pelo país, era legítima defesa.

Mas será que a graça de Deus não pode alcançar o pedófilo? Ele não é digno de arrependimento? Deus não o ama? Não pode libertá-lo e salvá-lo?
Saiba mais lendo A Cabana.

A justiça, sim, deve ser feita. Mas sob qual ótica filosófica devemos nos posicionar, para estarmos acima do bem e do mal?

Comente!

Por Thaísa Farias.